JUSCELINO

Em 31 de julho de 2004, em seu aniversário de 35 anos, Juscelino Pereira inaugura o Restaurante Piselli.

O nome, que significa “ervilha”, em italiano, não foi escolhido de forma aleatória. Quando adolescente, ele decidiu plantá-la em Joanópolis, cidade em que nasceu, na região da Serra da Mantiqueira. Escolheu a leguminosa, já que não existia na região. Seria o início de sua vida como agricultor. Mas, a plantação não deu certo pois, as sementes eram de ervilhas torta e não em grãos e deveriam ter sido colhidas antes.

Com a decepção, Juscelino muda-se para São Paulo e trabalhada em diversos restaurantes, em diversas funções, até montar o Piselli. A escolha do nome é uma homenagem à leguminosa que transformou sua vida.

JUSCELINO

Em 31 de julho de 2004, em seu aniversário de 35 anos, Juscelino Pereira inaugura o Restaurante Piselli.

O nome, que significa “ervilha”, em italiano, não foi escolhido de forma aleatória. Quando adolescente, ele decidiu plantá-la em Joanópolis, cidade em que nasceu, na região da Serra da Mantiqueira. Escolheu a leguminosa, já que não existia na região. Seria o início de sua vida como agricultor. Mas, a plantação não deu certo pois, as sementes eram de ervilhas torta e não em grãos e deveriam ter sido colhidas antes.

Com a decepção, Juscelino muda-se para São Paulo e trabalhada em diversos restaurantes, em diversas funções, até montar o Piselli. A escolha do nome é uma homenagem à leguminosa que transformou sua vida.

PISELLI

Piselli significa ervilhas em italiano. Mas para nós, do Restaurante Piselli, ela tem um significado a mais. A ervilha está no início da nossa história.

Adolescente, eu decidi plantá-las em Joanópolis, pequena cidade na Serra da Mantiqueira onde nasci. Escolhi a ervilha porque ela não existia na região e tinha certeza que faria muito sucesso. Seria o início da minha vida de agricultor. Conforme a ervilha crescia, eu planejava o que fazer com os recursos que ganharia com a sua venda.

Mas a plantação não deu certo, as sementes eram de ervilha torta e não aquela em grãos e deveriam ter sido colhidas antes. O desastre só foi descoberto no Ceasa, com a venda já acertada e as ervilhas embarcadas no caminhão. Com a decepção da perda, eu me mudei para São Paulo no final de semana seguinte. Comecei a trabalhar em restaurantes, primeiro nos mais simples, de bairro, aprendendo o ofício de garçom. Depois me especializei como maître, sommelier e gerente, em casas renomadas da gastronomia paulistana. Até abrir o Piselli, no Jardins, em julho de 2004, pois tinha um sonho de realizar meu próprio negócio aos 35 anos “ensinamento de avô”. Ali, a culinária do Piselli traz as receitas clássicas da Itália e inspirações da região do Piemonte. Depois de 11 anos de história em São Paulo, recebemos então o convite do Sr. Carlos Jereissati para abrirmos nosso segundo restaurante na capital: o Piselli Sud, inaugurado em setembro de 2015 no Shopping Iguatemi São Paulo. Nesse restaurante apresentamos receitas clássicas italianas, inspiradas principalmente na região sul da Itália.

Na década de 90 trabalhei como garçom no centro de São Paulo na rua Boa Vista, o pólo financeiro da época, em 2021 volto como empresário, abrimos uma operação Piselli para almoço de segunda a sexta no 12° andar do prédio da Associação Comercial de São Paulo, com vista privilegiada para os pontos históricos.

Juscelino em Brasília ... quanta honra! O meu nome foi dado pelo meu avô Vicente Tavico, é uma homenagem ao Ex. Presidente, ele era fã e cabo eleitoral do JK.

Montar um restaurante em Brasília é um sonho antigo que realizamos, aceitamos o convite do Shopping Iguatemi e ficamos muito felizes. Para esse Piselli Brasília preparamos com carinho um cardápio com os clássicos de São Paulo e um menu homenageando a região Italiana da Toscana. Maravilhoso, Buon appetito!

Juscelino Pereira

HISTÓRIA

Piselli significa ervilhas em italiano. Mas para nós, do Restaurante Piselli, ela tem um significado a mais. A ervilha está no início da nossa história.

Adolescente, eu decidi plantá-las em Joanópolis, pequena cidade na Serra da Mantiqueira onde nasci. Escolhi a ervilha porque ela não existia na região e tinha certeza que faria muito sucesso. Seria o início da minha vida de agricultor. Conforme a ervilha crescia, eu planejava o que fazer com os recursos que ganharia com a sua venda.

Mas a plantação não deu certo: as sementes eram de ervilha torta e não aquela em grãos e deveriam ter sido colhidas antes. O desastre só foi descoberto no Ceasa, com a venda já acertada e as ervilhas embarcadas no caminhão. Com a decepção da perda, eu me mudei para São Paulo no final de semana seguinte. Comecei a trabalhar em restaurantes, primeiro nos mais simples, de bairro, aprendendo o oficio de garçom. Depois me especializei como maître, sommelier e gerente, em casas renomadas da gastronomia paulistana.

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